O plano de continuidade de TI orientado a risco não é apenas uma boa prática. Hoje, é um requisito determinante.
Isso porque, ele garante que os ativos mais importantes sejam priorizados. Como resultado, os impactos operacionais e financeiros são reduzidos em cenários de falha.
Além disso, essa abordagem permite decisões mais rápidas e apoiada por métricas.
O que é Plano de Continuidade de TI orientado a risco?
Um plano de continuidade de negócios orientado a risco. é um conjunto de procedimentos que estabelece protocolos e cria sistemas de prevenção e recuperação para o caso de ataques cibernéticos, desastres naturais ou outras paralisações operacionais. Em outras palavras, quando algo inesperado afeta a empresa, um plano de continuidade de negócios ajuda a colocar tudo de volta nos trilhos.
Essa priorização é feita com base na análise de risco e no impacto do negócio.
Etapa 1 — Identificação de ativos no plano de continuidade de TI
Inicie identificando os ativos críticos, listando sistemas, aplicações e infraestruturas essenciais.
Em seguida, classifique os ativos por criticidade com base no impacto financeiro, operacional e regulatório.
Por fim, mapeie dependências técnicas, como:
- Banco de dados
- Redes
- Serviços de terceiros
Etapa 2 — Análise de risco
A análise de risco no plano de continuidade de TI (PCTI) identifica, avalia e mitiga ameaças que podem interromper serviços essenciais, priorizando sistemas baseados no impactor ao negócio. Como:
- Falhas de hardware
- Ataques cibernéticos
- Erros humanos
- Desastres naturais
Ao final, considere utilizar uma matriz de risco para priorizar ações:
- Alta probabilidade + alto impacto = prioridade máxima
Etapa 3 — Objetivos do plano de continuidade (RTO, RPO e MTD)
O objetivo principal de um Plano de Continuidade de TI (PCTI) é garantir a resiliência operacional, minimizar impactor financeiros e operacionais. Ele define estratégias para restaurar serviços críticos, utilizando o RTO (tempo de recuperação), RPO (perda de dados) e MTD (tempo máximo de tolerância) para guiar a recuperação.
Etapa 4 — Estratégias de recuperação
- Uso de backups imutáveis ou fora do local (off-site) para recuperação de dados.
- Utilização de nuvem para restaurar servidores e dados rapidamente.
- Replicação de dados em tempo real ou quase real para um site secundário ou datacenter, garantindo disponibilidade contínua.
- Uso de máquinas virtuais para mover cargas de trabalho facilmente entre diferentes hardwares físicos.
Etapa 5 — Componentes Principais do Plano (PCTI)
- Identificar processos essenciais e o impacto de interrupções;
- Mapeamento de ameaças (naturais, cibernéticas) e implementação de medidas de segurança;
- Estrutura clara de alerta e comunicação com equipes e partes interessadas;
- Simulações periódicas para validar eficácia do plano e treinar equipe.
Posteriormente, documente procedimentos operacionais, assim como: detecção, contenção e recuperação.
Com o propósito de estabelecer uma comunicação com equipes internas, clientes e parceiros.
Por fim, evite erros comuns no plano de continuidade de TI. Tal qual, tratar todos os sistemas como igualmente críticos, não realizar testes de continuidade, descartas dependências externas, não ter um plano de negócio e por conseguinte, não manter o plano atualizado.
Um Plano de Continuidade de TI orientado a risco é essencial para garantir força operacional e reduzir impactos em incidentes. A chave está na combinação de análise de risco, definição de objetivos e testes contínuos.
A InterOp é a sua parceria estratégica nos negócios.
👉 Agende uma convera com um especialista da InterOp e avalie o nível de maturidade da sua continuidade de TI.



